Entre meus seguidores, um rapaz culto e gentil chamado Pedro Luiz Oliveira perguntou-me sobre a motivação de minha atividade.

De antemão muito obrigado pelos elogios! Espero estar realmente à altura.

Quando comecei a estudar filosofia, me deparei com um vídeo no qual o professor Olavo de Carvalho afirmou que antes de se aplicar na filosofia propriamente dita, seria muito bom ter uma bibliografia com muitos livros lidos (romances mesmo), filmes assistidos e músicas ouvidas, pois isto aumenta a inteligência: quando vivemos uma estória dessas imaginariamente e a absorvemos, nos tornamos capazes de entender questões que provavelmente não teremos oportunidade de vivenciar no real e esta é a forma de aumentar a própria inteligência.

Comecei com filmes, estudei redação crítica por conta própria (sou autodidata) e o processo do cinema para entender como são produzidos os filmes, passei a registrar meus estudos no blog há quase um ano e continuo a fazê-lo para criar uma base bibliográfica com tudo que assisto, além do que, aproveito para melhorar minha redação.

Então aprendi o que é o marxismo cultural (de verdade) e resolvi unir esse esforço que já vinha fazendo ao estudo do modus operandi comunista na arte e percebi sua importância, pois a arte (de todas as formas) é um grande componente na formação da personalidade.

Seriados geralmente lidam com questões muito mais superficiais que filmes, de fato (Supernatural até agora é o que lida com as melhores questões, as mais profundas enquanto o resto é muito auto-ajuda e superficialidade), mas acontece que seriados são o que a juventude mais consome e assim penetro no universo das ideias que são colocadas na cabeça da molecada e modo como isso é feito.

Meu esforço não é apenas no cinema, é também na música e na literatura.

Bem, é isso: Aumentar a própria inteligência através do consumo de arte, registrar a evolução, melhorar minha redação e aprofundar-me no modus operandi do marxismo cultural já denunciando-o.

Obrigado pela atenção e um grande abraço!

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