Estivemos em lados opostos e lutamos por causas antagônicas. Jamais nos conhecemos e não havia qualquer motivo para isto acontecer: você um físico reconhecido mundialmente, eu um ilustre desconhecido.

Sua luta foi contra Deus e você sabia que estava errado.

Enquanto isso do meu lado, restava-me tirar-te do trono onde a ilusão midiática e culturalmente marxista de mil George Soros unidos colocaram-te e mostrar aos demais que Cambridge não é o Céu, que cientista não é Deus e que você era apenas um especulador com teorias tolas, e consciente de que estava errado.

Jamais odiei-te e vê-lo partir nesta miséria me causa um condoer imenso: tiveste o privilégio de uma mente reluzente em detrimento de um corpo imperfeito, mas escolheste te deixar consumir pelo ódio e te cegaste.

Escrevo agora este lamento, não era este o teu fim em meu intento.

Não sabias tu, que lutar contra o Pai, vencê-Lo e tomar-Lhe o trono foi o delírio de Satanás? E te associaste aos influenciados pela vaidade do delírio, escolheste a linhagem de Karl Marx o autor cuja caneta assassinou mais inocentes que tua cadeira pôde andar. O caminho que tomaste, não foi apenas o da tristeza aqui, mas o perder-se para além.

Resta agora pedir ao Pai por clemência, que desconsidere a loucura de tua ânsia e negação.

Resta este lamento, por quem disse não à sua própria salvação.

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